Os grandes chefes (capos) de Cosa Nostra
Em
seguida, os Capos mais importantes da Máfia Siciliana.
Michele Navarra Chefe de Corleone, Michele Navarra (Corleone, 5 de janeiro de 1905 – Corleone, 2 de agosto de 1958), vangloria-se de amizades importantes dentro da máfia siciliana. Seu primo, Angelo Di Carlo, foi um mafioso que havia escapado em Corleone. Na América, se tornou um dos assassinos de confiança de Lucky Luciano.
Corleone, no período em que o comando estava a cargo de Michele Navarra, houve assassinatos brutais. Em quatro anos, 1944-1948, mais de 150 pessoas foram mortas.
Luciano Leggio
Luciano Leggio chamado de Lucianeddu (Corleone, 06 de janeiro de 1925 – Nuoro, 15 de novembro de 1993), foi um grande chefão da máfia siciliana, mais precisamente, do clã dos Corleoneses. Luciano Leggio é considerado o sucessor de Dom Michele Navarra.
Luciano Leggio chamado de Lucianeddu (Corleone, 06 de janeiro de 1925 – Nuoro, 15 de novembro de 1993), foi um grande chefão da máfia siciliana, mais precisamente, do clã dos Corleoneses. Luciano Leggio é considerado o sucessor de Dom Michele Navarra.
Salvatore Riina
Conhecido como Totó (Corleone, 16 de novembro, 1930), foi considerado o chefe da Cosa Nostra, de 1982 até sua prisão em 15 de janeiro de 1993. Ele é apelidado também de “û Curtu”, devido a sua estatura e a Fera (belva), para indicar sua ferocidade sangrenta.
Riina, com 87 anos, morreu em um hospital de Parma, a cidade do norte da Itália em que estava cumprindo 26 sentenças de prisão perpétua.
Conhecido como Totó (Corleone, 16 de novembro, 1930), foi considerado o chefe da Cosa Nostra, de 1982 até sua prisão em 15 de janeiro de 1993. Ele é apelidado também de “û Curtu”, devido a sua estatura e a Fera (belva), para indicar sua ferocidade sangrenta.
Riina, com 87 anos, morreu em um hospital de Parma, a cidade do norte da Itália em que estava cumprindo 26 sentenças de prisão perpétua.
Bernardo Provenzano
Bernardo Provenzano (Corleone,
31 de janeiro de 1933), conhecido como Binnu u’ Tratturi (Bernardo
o trator, por causa da violência com a qual ele cortava a vida de seus
inimigos), Zu Binnu (tio Binnu)
foi considerado o Capo da Cosa Nostra, no período de 1993 até sua prisão.
Preso em 11 de Abril de 2006, em uma fazenda em Corleone, Provenzano, era procurado desde 10 de setembro de 1963, com um tempo de fuga recorde de 43 anos.
Já tinha sido condenado três penas de prisão perpétua e tinha outros processos em andamento. Provenzano moreu em 13 de julho de 2016, em Milão.
Preso em 11 de Abril de 2006, em uma fazenda em Corleone, Provenzano, era procurado desde 10 de setembro de 1963, com um tempo de fuga recorde de 43 anos.
Já tinha sido condenado três penas de prisão perpétua e tinha outros processos em andamento. Provenzano moreu em 13 de julho de 2016, em Milão.
Matteo Messina Denaro (mais
procurado)
Apelidado de “diabolik”, Matteo Messina Denaro, é considerado um dos fugitivos mais procurados no mundo. Capo e representante indiscutível da Máfia de Trapani, parece ser atualmente o chefe mais influente de toda a Cosa Nostra siciliana, chegando a exercer o seu poder também em Palermo.
Apesar de que, após a detenção de Provenzano, não há mais provas da organização piramidal da Cosa Nostra. Alguns pesquisadores têm explicitamente se referido ao fugitivo de Trapani, como o atual chefe absoluto.
Apelidado de “diabolik”, Matteo Messina Denaro, é considerado um dos fugitivos mais procurados no mundo. Capo e representante indiscutível da Máfia de Trapani, parece ser atualmente o chefe mais influente de toda a Cosa Nostra siciliana, chegando a exercer o seu poder também em Palermo.
Apesar de que, após a detenção de Provenzano, não há mais provas da organização piramidal da Cosa Nostra. Alguns pesquisadores têm explicitamente se referido ao fugitivo de Trapani, como o atual chefe absoluto.
Links pesquisados:
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-42809791
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1fia#:~:text=Na%20It%C3%A1lia%20existem%20diversas%20m%C3%A1fias,s%C3%A3o%20outras%20conhecidas%20associa%C3%A7%C3%B5es%20mafiosas.
https://noticias.uol.com.br/reportagens-especiais/chefes-da-mafia-italiana-nem-disfarcaram-identidade-para-viver-e-negociar-drogas-por-anos-no-brasil/#page1
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